Goiás registra no 2º quadrimestre de 2021 o menor tempo médio no Brasil para abertura de empresas

Assessoria contábil eficiente contribui para assegurar maior agilidade ao abrir um negócio e evitar possíveis erros nesse processo Goiás foi…

Assessoria contábil eficiente contribui para assegurar maior agilidade ao abrir um negócio e evitar possíveis erros nesse processo

Goiás foi a unidade da federação que apresentou o menor tempo médio de abertura de empresas no segundo quadrimestre de 2021: 1 dia e 2 horas, de acordo com o Mapa das Empresas, ferramenta disponibilizada pelo governo federal. No país, no mesmo período, esse tempo foi, em média, de 2 dias e 16 horas. O resultado no Estado goiano representa uma queda de 16 horas em relação ao primeiro quadrimestre deste ano, enquanto a média nacional caiu 13 horas, na mesma comparação.

Entre as capitais brasileiras, Goiânia se destaca como a mais rápida para se abrir empresas: 18 horas, em média. A capital com o desempenho mais baixo nesse quesito foi Teresina, onde esse prazo foi, em média, de 4 dias e 6 horas no segundo quadrimestre de 2021.

De acordo com o boletim, a gradativa redução do tempo médio de abertura de empresas no país nos últimos meses reflete avanços obtidos pelos órgãos federais, estaduais e municipais, com o objetivo de tornar mais simples e ágil esse processo.

Entre as iniciativas que contribuem para esse cenário o Mapa das Empresas menciona a Lei da Liberdade Econômica, que viabilizou, por exemplo, o registro automático. A medida permite que as empresas possam obter o número do CNPJ imediatamente após a solicitação no órgão de registro. A mesma lei permitiu que as empresas desenvolvessem atividades econômicas de baixo risco sem a necessidade de alvará e licenças.

Coordenador do Departamento de Assessoria e Consultoria Societária da Planning, João Mateus destaca que a assessoria contábil também é de fundamental importância para assegurar agilidade na abertura de um negócio. Ele informa que, inicialmente, deve ser feita a escolha correta dos CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), que influenciarão nas licenças e autorizações a serem obtidas para o funcionamento da empresa e, além disso, devem ser adequados ao regime tributário escolhido.

Após esse passo, o contador deverá consultar a viabilidade de a empresa funcionar no local desejado, sob pena de, futuramente, haver embargo das atividades por parte da prefeitura. Feito isso, passa-se aos procedimentos necessários ao registro da empresa na Junta Comercial e obtenção do CNPJ. “Etapa em que uma assessoria contábil feita de maneira cuidadosa e eficiente poderá economizar bastante tempo ao empreendedor, visto que erros cometidos durante o processo podem ocasionar exigências por parte dos órgãos públicos e, consequentemente, atrasar todo o processo de abertura da empresa”, destaca João Mateus.


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